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Xuxa, lágrimas e ofensas por parte de um Pastor político

Xuxa experimentou hoje a face mais bizarra da bancada conservadora da Câmara. O deputado evangélico Pastor Eurico, do PSB de Pernambuco, acusou Xuxa de provocar a “maior violência contra crianças em um filme pornô”. Xuxa saiu por cima, fazendo um coração com as mãos para o deputado.

Xuxa, lágrimas e ofensas por parte de um Pastor político

Durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado evangélico Pastor Eurico, do PSB de Pernambuco, lançou acusações graves contra Xuxa, desencadeando um episódio marcado por desrespeito e intolerância.
Diante do ataque, Xuxa optou por fazer um coração com as mãos em direção ao parlamentar, demonstrando serenidade mesmo em meio ao constrangimento público.

Um episódio ocorrido na Câmara dos Deputados expôs o uso distorcido do discurso religioso na política e reacendeu o debate sobre intolerância, fé e responsabilidade pública.Por: Marcos Oliveira - sao163877

Na manhã do dia 21 de maio de 2014, a apresentadora Xuxa Meneghel se deparou com uma das faces mais preocupantes da atuação política associada a discursos religiosos. Durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o então deputado Pastor Eurico (PSB–PE) lançou acusações graves e desrespeitosas contra a apresentadora, em um episódio marcado por intolerância, desinformação e ausência de empatia.

A sessão discutia a chamada “Lei da Palmada”, projeto que buscava proibir o uso de violência física como método disciplinar contra crianças e adolescentes. Convidada para contribuir com o debate, Xuxa foi surpreendida por uma postura agressiva que substituiu o diálogo por ataques pessoais.

Acusação, constrangimento e reação

Durante sua fala, o deputado afirmou que Xuxa teria promovido a “maior violência contra crianças em um filme pornô”, uma declaração sensacionalista, fora de contexto e amplamente contestada. A acusação causou indignação imediata entre os presentes.

Diante do ataque, Xuxa optou por não responder com hostilidade. Em um gesto simbólico, formou um coração com as mãos em direção ao parlamentar, demonstrando serenidade mesmo em meio ao constrangimento público.

Repercussão política e pedido de desculpas

O episódio gerou forte repercussão dentro e fora do plenário. O deputado Júlio Delgado, correligionário do parlamentar, procurou Xuxa para se desculpar em nome do partido e também de Eduardo Campos, então liderança nacional do PSB.

Emocionada, Xuxa aceitou as desculpas e destacou que a atitude do deputado não representava o pensamento de todos os evangélicos, demonstrando sensibilidade e maturidade diante da situação.

Posteriormente, o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque, decidiu destituir Pastor Eurico da Comissão de Constituição e Justiça, afirmando que sua postura não condizia com os valores institucionais do partido.

O verdadeiro espírito de compaixão

O episódio suscita uma reflexão profunda: como alguém que se apresenta como representante de Cristo pode agir de maneira tão distante dos princípios que afirma defender?

Ao observarmos os ensinamentos de Yausha (Jesus, nome hebraico associado à expressão “Yauh salva”), encontramos um padrão claro de acolhimento, misericórdia, verdade e respeito à dignidade humana. Yausha não construiu sua mensagem por meio da humilhação pública, do ataque verbal ou da acusação leviana, mas pelo convite à transformação, ao arrependimento e à restauração.

Mesmo quando confrontava sistemas injustos e hipocrisias religiosas, Yausha jamais promoveu linchamentos morais. Sua firmeza ética caminhava lado a lado com a compaixão.

Fé, política e responsabilidade pública

Utilizar o nome de Cristo como justificativa para agressões verbais e julgamentos públicos não apenas distorce a mensagem do Evangelho, como também contribui para o descrédito da fé no espaço público.

A fé autêntica não se manifesta por meio da intolerância, da desinformação ou da violência simbólica, mas pelo compromisso com a verdade, a justiça e o cuidado com o próximo — especialmente com os mais vulneráveis, como as crianças, tema central do debate que motivou aquele encontro.

Reflexão final

Que episódios como este sirvam não para alimentar ódio ou polarização, mas para provocar autoexame, amadurecimento espiritual e responsabilidade ética por parte de líderes religiosos e políticos.

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